A pandemia do novo coronavírus transformou drasticamente todos os segmentos e a educação foi um setor altamente impactado com o isolamento social. Os gastos com a educação precisaram ser revistos e o modelo de ensino também com o intuito de não permitir que as crianças e adolescentes tivessem o seu rendimento prejudicado.

Os gastos com a educação precisaram ser discutidos, uma vez que as escolas precisaram se adaptar ao modelo de ensino à distância. Foi preciso investir em gastos com plataformas que atendessem a esta necessidade e a adaptação foi necessária em todos os aspectos: tanto por parte das instituições que, para não fecharem as portas, garantindo o emprego dos professores e o ensino de qualidade aos alunos, quanto para os pais e próprios alunos, que precisaram se ajustar à nova rotina, tendo aulas online e aprendendo, muitas vezes, a lidar melhor com os recursos tecnológios para garantir o aproveitamento durante as aulas.

Gastos imprevistos e consequências emocionais durante a pandemia

Claro que, diante da realidade econômica de muitas famílias, atender a essa demanda não tem sido tarefa tão simples. Muitos têm acesso limitado a internet e a aparelhos que facilitem a apresentação do conteúdo das aulas. A maioria dos alunos de escolas públicas não tem acesso a ferramentas tecnológicas para os estudos online. Um levantamento do TIC Educação 2019 sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação apontou que 39% dos estudantes de escolas públicas urbanas não têm computador ou tablet em casa. Já nas escolas particulares, o índice é de 9%.

Muitas escolas já anunciaram que para garantir o aproveitamento dos estudantes sem maiores perdas de conteúdo programático, será necessário juntar dois anos letivos em um só.

As consequências da pandemia pelo novo coronavírus, não só em termos de prejuízos educacionais, mas em gastos públicos, levarão anos para se  reajustarem. Não havia qualquer preparo para uma fatalidade como esta em todo o mundo e o segmento da educação, como todos os outros, sentiu fortemente este choque.

Ao longo dos meses, conforme a situação se mostrou longe de um fim definitivo, foi preciso ir se adaptando, claro, enquanto se tomava os devidos cuidados para evitar o contágio. Mas, dentro das possibilidades atuais , é fundamental que a educação continue avançando. Os prejuízos, não só em termos de rendimento, mas emocionais e de disciplina têm sido enormes e um esforço coletivo precisa ser feito no sentido de minimizar os danos.

Muitas crianças  e adolescentes têm passado por sérios problemas emocionais resultantes do isolamento social. O distanciamento dos colegas, os problemas em casa com a família, muitas vezes decorrentes de desemprego e outras questões financeiras ou de dificuldades de convivência, têm prejudicado também o rendimento escolar.

Esse esforço deve ser feito pelas secretarias de educação, escolas e famílias, que precisam unir forças para garantir a saúde mental dos alunos e o aproveitamento .

A IAM, com sua experiência no setor da educação desde 1977, com a criação da EEI (Escola de Educação Infantil Creche Meimei) e desde 2015 com o Ensino Fundamental (anos iniciais), tem atuado fortemente no sentido de garantir às crianças e às famílias condições de acesso à educação. Saiba mais sobre como atuam os projetos educacionais da IAM.

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